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Aliado de Maggi descarta voltar ao DNIT

Pagot lembra que tem recusado convites para coordenar eleições nos últimos anos. "Algumas campanhas, até com boa proposta de remuneração, e não aceitei pra cumprir cláusula contratual", reafirma.

13/04/2021 21h28
Por: Redação
Fonte: Gazeta Digital

O ex-secretário de Estado, Luiz Antônio Pagot, descartou qualquer possibilidade de retornar ao comando do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), cargo que ocupou entre 2007 e 2011.  O nome de Pagot voltou à tona após  o PP, partido do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, negociar o controle do DNIT, hoje comandado pelo general Antônio Leite dos Santos Filho.  

Segundo informações da revista Crosué, a negociação passa pelo 'cacique' da sigla, Valdemar Costa Neto, que é um dos líderes do chamado Centrão, que dá sustentação ao governo Bolsonaro.  

 

Conforme o  apurou, o nome de Pagot é visto dentro do PP, como ideal para o cargo, por conta da sua experiência, e que isso sobressai ao fato do escândalo dentro do órgão que resultou na sua saída em 2011.  

Apesar disso, Pagot afirma que não pretende deixar a iniciativa privada. "Apesar de ficar honrado com a lembrança, estruturei minha vida para consultoria de Portos, Navegação e Integração de Modais. Tenho atendido a diversos clientes com contratos de longo prazo, os quais não posso decepcionar. Portanto, não será possível", disse ao .  

 

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Pagot lembra que tem recusado convites para coordenar eleições nos últimos anos. "Algumas campanhas, até com boa proposta de remuneração, e não aceitei pra cumprir cláusula contratual", reafirma.  

Luiz Antônio Pagot foi o homem forte dos governos Blairo Maggi, sendo secretário de Educação, Infraestrutura e Casa Civil. Com a aproximação de Blairo ao então presidente Lula (PT) em 2007, e sob articulação do PL, que tinha Valdemar Costa Neto como cacique, Pagot foi indicado para o Dnit onde permaneceu até 2011, já na gestão de Dilma Rousseff (PT).  

Ele foi afastado após a revelação de esquema de corrupção que incluía superfaturamento de obras e recebimento de propina por alguns funcionários do Ministério dos Transportes e de órgãos vinculados à Pasta. Na ocasião, o então ministro Alfredo Nascimento, foi demitido. Meses depois, Pagot entregou o cargo.

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