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Tropical - TOPO
NADA DE VLT

Com 2 votos contrários, Assembleia aprova mudança para o BRT

Além do pedido à Assembleia Legislativa, o governador também solicitou autorização do Ministério do Desenvolvimento Regional para a troca.

06/01/2021 12h53
Por: Redação
Fonte: FolhaMax
Foto: Mayke Toscano/Secom
Foto: Mayke Toscano/Secom

Com apenas dois votos contrários, entre os 18 deputados estaduais presentes, a Assembleia Legislativa aprovou a mudança do veículo leve sobre trilhos (VLT) para o BRT para que o governo do Estado possa conseguir alterar o contrato com a Caixa Econômica. Encaminhado pelo governador Mauro Mendes (DEM) em regime de urgência, o projeto irá garantir o encerramento das tentativas de terminar o VLT.

 

Foram contrários ao projeto os petistas Lúdio Cabral e Valdir Barranco. Na terça-feira (5), Lúdio pediu vista da proposta e consegui mais 24 horas para análise. No entanto, mesmo apontando erros no projeto de Mendes, eles não conseguiram apoio dos colegas.

 

Lúdio argumentou que o governador quer aprovar o projeto à toque de caixa, sem tempo hábil para discutir com a população, as prefeituras e os especialistas. "entre o Natal e o Ano Novo o governador apresentou a decisão sem abrir para qualquer tipo de diálogo. Alterar a lei irá ampliar a insegurança jurídica".

 

"A população não foi ouvida. Não vamos ser nós que vamos usar o VLT ou BRT. Eu quero votar e ajudar a escolher o projeto mais viável, desde que debatido exaustivamente. No atropelo, o governador querendo empurrar goela abaixo, não dá para aceitar", argumentou Barranco.

 

A proposta do governo do Estado é implantar o ônibus de trânsito rápido (BRT na sigla em inglês), para instalar corredores exclusivos de ônibus, além de aumentar a frota do transporte coletivo. Além do pedido à Assembleia Legislativa, o governador também solicitou autorização do Ministério do Desenvolvimento Regional para a troca.

 

Escolhido para melhorar a mobilidade urbana em Cuiabá e Várzea Grande para a Copa do Mundo de 2014. As obras começaram em 2012, mas estão paradas desde 2014. Entre as vantagens apresentadas para o modal estão o baixo índice de poluição e a rapidez.

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