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PSB nacional articula prefeito em MT; deputado estuda Cidadania

Esquerda quer Pátio na disputa pelo Paiaguás

22/07/2021 08h17
Por: Redação
Fonte: A Gazeta

Antes das eleições de 2022, o PSB em Mato Grosso poderá passar por outra ‘intervenção’ nacional através de novas filiações sem incluir a direção estadual, que hoje é comandada pelo presidente da Assembleia, Max Russi. Isso porque o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, que hoje é filiado ao Solidariedade, vem dialogando com o PSB nacional para ingressar na legenda e disputar o governo do Estado.

A conversa, que não está passando por Russi, pode ganhar força porque o chefe do Legislativo estadual não quer seguir a orientação nacional do PSB em aderir ao ‘Fora Bolsonaro’ do próximo sábado (24) em Mato Grosso. Russi vem buscando fortalecer o partido com uma série de filiações. Porém, a maioria dos municípios em que têm fortalecido o partido, as lideranças seguem tendência em apoiar Bolsonaro.

Também se especula que a possível ida de Pátio ao PSB poderia ser mais uma articulação do ex-presidente Lula (PT), que vem atuando para fortalecer o partido para que a legenda indique o seu vice em 2022. Através de Lula, o governador do Maranhão, Flávio Dino, deixou o PCdoB para migrar ao PSB, assim como no Rio de Janeiro, onde o deputado Marcelo Freixo trocou o PSOL pelo PSB.

Nos bastidores, Lula tem buscado organizar candidaturas nos estados onde o PT não possa ser cabeça de chapa, para contemplar mais partidos em torno do seu palanque. Outro nome que poderia chegar junto com o prefeito de Rondonópolis via articulação nacional, é do deputado federal Juarez Costa, que tem tido problemas dentro do MDB.

Caso a articulação nacional se concretize, o caminho natural de Max Russi seria o Cidadania, que é comandado pelo ex-secretário de Educação, Marco Marrafon. Russi tem participado de várias atividades da legenda como convidado. Porém, não existe nem um convite formal.

As movimentações dentro do PSB poderão repetir 2018, quando a executiva nacional interveio para colocar no comando um nome ligado ao deputado Valtenir Pereira, que na época estava no Pros.

 
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