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ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

Selma diz que não apoia Medeiros porque governo perderia “líder na Câmara”

Afastada do cargo por conta do cometimento de crimes eleitorais, Selma Arruda diz entender que precisava dar um rumo para os eleitores que a elegeram no pleito de 2018

13/10/2020 12h52
Por: Redação
Fonte: AgoraMT

A ex-senadora Selma Arruda está atualmente filiada ao Podemos, mesmo partido do deputado federal José Medeiros, mas nem por isso ela o está apoiando em sua candidatura ao Senado. Isso porque, segundo a própria, Medeiros deveria continuar à frente do mandato de deputado federal, onde estaria cumprindo um papel importante como vice-líder do Governo Bolsonaro.

A ex-senadora explica que decidiu não apoiar Medeiros por “questão partidária”, explicando que a liderança do Podemos nacional, ainda segundo a própria, não veria com bons olhos a candidatura do deputado ao Senado, já que ele é vice-líder do Governo na Câmara. “Ele saindo, o Governo perderia uma liderança. Em segundo lugar, a sua suplente é a Gisela Simona, que é de um partido de esquerda. Então, perderia duas vezes”, analisou Selma Arruda.

A ex-senadora ainda completa dizendo que caso eleito, Medeiros seria alçado a um cargo majoritário, o que no entendimento de Selma Arruda abriria as portas para o atual deputado deixar o Podemos, o que também seria um prejuízo para a sigla.

Afastada do cargo por conta do cometimento de crimes eleitorais, Selma Arruda diz entender que precisava dar um rumo para os eleitores que a elegeram no pleito de 2018, já que é constantemente cobrada por seus apoiadores a respeito de quem apoiar no pleito suplementar para o Senado e que isso à levou a escolher um nome para apontar para seus eleitores. “Eu me vi compelida a participar dessa eleição, porque trata-se da substituição de uma vaga que foi minha, que foi ocupada graças ao voto de quase 700 mil eleitores. Eu devo isso às pessoas que confiaram em mim. Eu devo dizer à eles quem eu aponto para continuar o que eu comecei”, explicou.

Selma finaliza dizendo que fez uma pesquisa entre os candidatos e excluiu automaticamente nomes como Nilson Leitão e Carlos Fávaro, apontados por ela como sendo da velha política, e definiu seu apoio ao candidato Reinaldo Morais como uma questão de afinidade política e ideológica, já que compartilham o ideário conservador.

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