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Rondonópolis

Tatuador é preso por abuso sexual; cobras e armas foram apreendidas no estabelecimento

Tatuador é preso por abuso sexual; cobras e armas foram apreendidas no estabelecimento

29/07/2020 08h29
Por: Redação
Fonte: AgoraMT

A Polícia Militar foi acionada pelo namorado de uma jovem, que acusa um tatuador de abusar sexualmente dela nesta terça-feira (28), em Rondonópolis-MT. O suspeito foi preso e na casa dele foram apreendidas armas, munições, drogas além de duas cobras.

De acordo com informações, a vítima tinha agendado um horário no estúdio para a produção de uma tatuagem. Ela foi acompanhada com o namorado. Porém, ao chegar no prédio, o tatuador disse que ele não poderia entrar devido as recomendações da saúde no período da pandemia do novo coronavírus.

Ainda segundo relatos do Boletim de Ocorrência (BO), o namorado permaneceu do lado de fora do estabelecimento. Lá dentro, a vítima disse que foi solicitada para tirar a roupa e ficar totalmente nua. Logo depois, foi tocada nas partes íntimas e percebeu que tatuador tentou penetrar o órgão genital nela.

Ao perceber que a vítima estava apavorada, o suspeito tentou disfarçar e convencê-la a permanecer no local para confeccionar a referida tatuagem, porém, a mulher saiu correndo da sala.

Diante das informações, a Polícia Militar foi até o endereço do acusado e após muita resistência do suspeito, os policiais entraram na casa. Após uma revista nas dependências do prédio foi encontrada porção análoga a maconha, balanças de precisão, dinheiro trocado, uma espingarda adaptada para calibre .22, munições calibre.22, além de uma arma tipo besta, flechas e uma machadinha.

 

 

Duas espécies de cobra, sendo uma sendo uma jiboia e uma cobra branca americana denominada "corn snake" também foram encontradas na residência do suspeito. A Polícia Militar Ambiental foi acionada e recolheu os animais.

Ainda segundo a Polícia, câmeras do sistema de segurança do interior do estúdio de tatuagem foi recolhido para analise pericial. As imagens devem ajudar no processo de investigação dos fatos.

Conversas via aplicativo de mensagens (WhatsApp) entre vítima e suposto agressor, devem ser analisadas pela Polícia Civil. Ele deve responder pelos crimes de porte ilegal arma de fogo-tráfico ilícito de drogas, estupro e crime contra fauna

As informações constam no Boletim de Ocorrência Nº: 2020.176122

ATENÇÃO: Devido a Lei de abuso de autoridade (Lei 13.869), em vigor desde 3 de janeiro deste ano, a imprensa não tem mais o acesso aos nomes dos envolvidos.

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